Escândalo em Hollywood: Timothy Busfield enfrenta acusação de abuso sexual infantil no Novo México
Hollywood acordou com um gosto amargo na boca recentemente. Timothy Busfield, o eterno vencedor do Emmy e rosto de dramas “cult” como The West Wing e Thirtysomething, acaba de entrar para a lista negra da indústria. O ator e diretor foi alvo de uma denúncia gravíssima de abuso sexual infantil no Novo México. O caso, que teria acontecido em 2010, prova que, nos bastidores das estrelas, nem tudo o que brilha é ouro, às vezes, é apenas uma blindagem muito bem feita.
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A acusação: Onde o prestígio esconde o perigo
Os detalhes são de revirar o estômago. Segundo o Los Angeles Times, a denúncia partiu de uma mulher que, na época, acompanhava a mãe, a faxineira da casa onde Busfield estava hospedado para filmagens. O processo alega que o ator usou sua posição de poder e a vulnerabilidade da família para cometer os abusos.
Sabe aquele papo de “homem de família” e “mentor respeitado”? Pois é, amores. O capital simbólico de Busfield, casado com a queridinha da América Melissa Gilbert, está derretendo em praça pública. Hollywood adora um herói, mas esquece que o figurino de “bom moço” costuma ser o esconderijo perfeito.
O silêncio que ensurdece: Qual o futuro de Busfield?
Enquanto os advogados de Timothy tentam classificar as acusações como “infundadas”, o cenário jurídico no Novo México está mudando, e a prescrição desses crimes não é mais o escudo que costumava ser. Na prática? O cerco está fechando.
Nos bastidores, o roteiro é o de sempre: silêncio absoluto, marcas se afastando e projetos sendo “engavetados” silenciosamente. Afinal, em uma indústria obcecada por imagem, ninguém quer estar perto de um legado que acaba de ser implodido por uma denúncia desse porte.
A pergunta que Hollywood não quer calar
O caso Busfield não é um evento isolado. Ele expõe a ferida aberta da falta de proteção a menores em locações de cinema. Depois do movimento #MeToo, a gente achou que a limpeza tinha sido feita, mas parece que as vassouras só empurraram a poeira para baixo do tapete.
A pergunta que a gente deixa para vocês é: quantas outras “figuras intocáveis” ainda estão circulando por aí enquanto as vítimas esperam décadas por justiça?