Carnaval sem B.O, 10 dicas de ouro para blindar seu Pix e Cartão de golpes na folia
Alerta de trend que ninguém quer participar: o “Bloco do Golpe”. A gente sabe que o Carnaval é o momento de brilhar, beijar na boca e perder a dignidade (com moderação), mas perder dinheiro? Jamais, amor! O crime não tira folga e, em 2026, os golpistas estão mais tecnológicos do que nunca, usando até Inteligência Artificial para te passar a perna.
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Para você não terminar a festa chorando no banho (e no 0800 do banco), especialistas entregam o dossiê completo para blindar sua conta bancária.
O “Golpe tá aí” e a tecnologia também
Não é fic, gente. Segundo dados recentes do Banco Central, a ferramenta BC Protege+ bloqueou nada menos que 111 mil tentativas de fraude só em janeiro deste ano. E o buraco é mais embaixo: tem quadrilha usando IA para simular voz de parente pedindo Pix e QR Code falso colado em cima do verdadeiro.
Conforme explica Monisi Costa, diretora de Payments & Banking da Vindi (hub da LWSA), a atenção precisa ser redobrada no calor do momento:
“Cuidado se a conclusão do pagamento levá-lo para outro ambiente e lojista que pede que o Pix seja feito a terceiros”, alerta a especialista.
Seja você a empreendedora que vai faturar horrores ou a foliã que vai gastar o que não tem, pega a visão dessas dicas:
Para as Empreendedoras de Milhões (Quem vende)
Se você está no corre vendendo sua arte, bebida ou abadá, não deixe o prejuízo entrar no caixa.
- Plataforma de Elite: Use sistemas seguros como o da Vindi. Checkout enxuto e segurança robusta evitam dores de cabeça e contestação de venda (o temido chargeback).
- Print não é comprovante: Gata, em 2026? Jamais! Só libere a mercadoria depois de conferir no seu app se o Pix caiu. Print de tela é a ferramenta favorita do golpista preguiçoso.
- Voz Alta e Tela Mostrada: Padronize o atendimento. Fale o valor alto e mostre a maquininha pro cliente. Isso evita o “errei o zero” e passa credibilidade.
- Nada de Terceiros: Se o cliente vier com papo de “meu sócio vai pagar”, “manda o link pro meu tio”… Red flag! Mantenha a transação direta.
- Política Clara: Deixe as regras de estorno e troca visíveis. Transparência é tudo e evita barraco no meio do bloco.
Para as Foliãs Atentas (Quem gasta)
Sua única preocupação deve ser se o glitter vai sair depois, e não se clonaram seu cartão.
6. Wi-Fi Público é o Ó: Fuja de redes abertas na rua. Usar app de banco em Wi-Fi de praça é pedir para ser hackeada. Use seu 5G, diva.
7. Olho no Visor: Vai pagar por aproximação? Confira o valor antes de encostar o cartão. Se o visor estiver quebrado ou “escuro”, corre que é cilada.
8. QR Code Suspeito: Vai pagar via QR Code? Verifique se o adesivo não foi colado por cima do original. E no app, confira se o nome do recebedor bate com o do estabelecimento.
9. Pix para “Laranjas”: Se o vendedor pedir para fazer o Pix para “um primo” ou “sócio” com nome estranho, cancele a compra. O golpe do intermediário é clássico.
10. Limite de Segurança: Antes de sair de casa, entre no app do banco e baixe o limite de transferência noturna e do cartão. Se der ruim, o prejuízo é controlado.
O recado está dado! O Carnaval é para servir looks e alegria, não B.O. na delegacia. Seguiu as dicas? Então se joga no bloco!
E você, já passou algum perrengue financeiro na folia ou é a “louca da segurança” que anda com a doleira dentro da roupa? Conta pra gente nos comentários!